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Jesus Existiu? (O Jesus Histórico)

O mais antigo painel iconográfico do Cristo Pantocrator, datado do século VI.
Sem dúvida Jesus Cristo é a figura mais marcante da história da humanidade, mas intrigantemente não há nenhum registro extrabíblico de seus contemporâneos que corroborem a sua existência. Como um homem tão influente, que arrastou multidões após si, passou despercebido pela História de sua época? O que dizem os registros mais antigos, de escritores seculares, acerca de Jesus? Seriam estes provas válidas e isentas do poder manipulador da igreja católica medieval?

REGISTROS NÃO CRISTÃOS MAIS ANTIGOS

Busto romano tido como
de Flávio Josefo
Flávio Josefo (37-100 d.C) após se tornar um cidadão romano, como Tito Flávio Josefo, foi um historiador e apologista judaico-romano, descendente de uma linhagem de importantes sacerdotes e reis, que registrou in loco a destruição de Jerusalém em 70 d.C. Sua obra "Antiguidades Judaicas", publicada em 95 d.C, teve um enxerto que a igreja católica afirma ser autêntico e o utiliza até hoje em sua apologia ao Jesus histórico: "Naquela época vivia Jesus, homem sábio, se é que o podemos chamar de homem. Ele realizava obras extraordinárias, ensinava aqueles que recebiam a verdade com alegria e fez-se seguir por muitos judeus e gregos. Ele era o Cristo...". São Fócio (820-895 d.C.), antes da canonização, foi perseguido por afirmar que a igreja não precisava ter falsificado Josefo para confirmar sua crença. De suas 280 obras, apenas uma chegou aos dias de hoje por conta da intolerância católica. Em 891, Fócio, em seu "Bibliotheca", explicitamente declara que Josefo não fez menção alguma dos milagres e atos de Jesus, indicando que a passagem controvertida estava ausente da sua cópia de Antiguidades Judaicas. De fato, quem lê o texto enxertado observa que não tem coerência e não segue o mesmo estilo literário do contexto da obra. Para Fócio, Josefo, sendo um fariseu, nunca falaria positivamente sobre Jesus. Orígenes, um dos pais da igreja do segundo século  os quais procuraram incessantemente provas para a existência de Jesus  leu Josefo, mas nunca o citou como fazendo menção a Jesus. A primeira pessoa a alegar que Josefo fez alusão a Jesus foi Eusébio somente em 324 d.C, um patriarca da igreja conhecido por adulterar documentos em prol da disseminação do cristianismo. Para complementar a fraude, Josefo sequer era nascido quando Jesus morreu e escreveu Antiguidades Judaicas quando tinha 58 anos, não sendo uma testemunha ocular nem contemporâneo deste.

Tácito (56-120 d.C), historiador romano, em seu "Annuals" escrito por volta de 115 d.C., faz a primeira referência a Cristo como um homem executado na Judéia por Pôncio Pilatos: "Cristo, o fundador, sofreu a pena de morte no reino de Tibério, por ordem do procurador Pôncio Pilatos". O interessante é que Tácito só foi utilizado para defender a existência de Jesus a partir do século XV. Os pais da igreja nunca o utilizaram, o que levanta suspeita de fraude da igreja católica. Tácito nasceu 28 anos após a morte de Jesus e só escreveu algo sobre um cristo no segundo século.

Curiosidade: O texto supostamente de autoria de Tácito não faz alusão ao nome Jesus. No primeiro século surgiram muitos homens autointitulando-se Cristo devido a uma profecia que apontava aquela época para surgimento do messias, o que diferenciaria um cristo de outro seria o nome próprio.

São Fócio
Plínio, o jovem (61-113 d.C) foi proconsul da Bitínia (atual Turquia). Numa carta ao imperador Trajano, em 112 d.C., pergunta o que fazer quanto aos cristãos que "se reúnem regularmente antes da aurora, em dias determinados, para cantar louvores a Cristo como se ele fosse um deus". Observe que o texto não apresenta o nome Jesus e, considerando-se que fosse ele, este prova apenas que o cristianismo já existia em 112 d.C. Plínio nasceu em torno de 33 anos após a morte de Jesus e sua carta foi escrita somente no segundo século.

Suetônio (69-122 d.C) em "A vida dos imperadores" publicado em 120 d.C, conta a história de 11 imperadores. Certa passagem cita que o imperador Cláudio "expulsou de Roma os judeus que, sob a influência de Cristus, viviam causando tumultos". Análises recentes deste documento utilizando-se luz ultravioleta revelaram que há um "e" apagado sob a letra "i", o que demonstra uma adulteração do texto que se refere a um "Crestus" de Alexandria que incitava o povo a se rebelar contra Roma. Além disso Suetônio nasceu em torno de 41 anos depois da morte de Jesus e publicou sua obra no século seguinte.

CANDIDATOS A TESTEMUNHA OCULAR

Dezenas de historiadores contemporâneos de Jesus, com possibilidade de terem sido testemunhas oculares, conhecedores profundos da história de Israel, como Fílon de Alexandria (20 a.C.-50 d.C.), Gaio Giulio Fedro (15 a.C.-51 d.C.), Sêneca (4 a.C.-65 d.C.), Philo-Judaeus (15-50 d.C.) e Plínio, o velho (23-79 d.C.) nada escreveram sobre ele.

MITOS PREEXISTENTES

Outro fato intrigante é que a vida de Hórus, um semideus egípcio de 3 mil a.C, contém dezenas de detalhes semelhantes à vida de Jesus, entre os quais a concepção virginal, o nascimento em 25 de Dezembro e a ressurreição. Semideuses gregos também tiveram suas vidas imitadas pelo fundador do cristianismo. Perseu desceu ao hades para salvar a humanidade, Asclépios ressuscitou um morto por pura compaixão e Dionísio foi morto, mas ressuscitou pelo poder de Zeus. Desta forma é possível que as histórias bíblicas sobre Cristo sejam apenas plágios de mitos egípcios e greco-romanos bem conhecidos dos povos dominados, entre eles o judeu.

CONCLUSÃO

Os dados arqueológicos e históricos coletados até o momento apontam para a existência de um ou mais homens reais cujo modo de vida se tornou base para adições de mitos diversos ao longo dos três primeiros séculos da era cristã, o que resultou numa entidade fictícia conhecida como Jesus Cristo descrita nos livros e cartas componentes do Novo Testamento.

"Não existe um modo polido de dizer a uma pessoa que ela tem devotado sua vida a uma bobagem." Daniel Dennett

Ver também Por que Jesus Não Voltará (O Equívoco de Jesus) e O Novo Testamento, Jesus e Michael Jackson

52 comments:

  1. Por este argumento poderíamos dizer que todos os personagens antigos da história são falsos/fraudes como por ex.: Sócrates, Platão, Aristóteles, Sargão, Ciro, Aníbal, Cleópatra, Cícero, Xerxes, Alexandre, Hamurabi ...etc.
    Sendo que Jesus tem muito mais provas extra-bíblicas que estes personagens. Os evangelhos tem autores bem identificáveis citados por várias fontes históricas extra-bíblicas.
    Os evangelistas foram testemunhas oculares dos eventos que registraram. Todos os livros do Novo T. foram escritos por contemporâneos ou testemunhas oculares da vida de Cristo.

    Mas por que justamente só os textos que citam Jesus deveriam ser fraudados???

    Além dos citados no artigo, há vários outros que mencionam Cristo como:
    Talo, Eusébio, Talmude judaico, Toldot Yeshu, Luciano de Samosata, Mara Bar-Serapion, Atos de Poncio Pilatos, Flegon, Valentino e vários apócrifos, etc.

    Flávio Josefo em sua obra Antiguidades cita-o em 20.9 e 28.33.
    Na 1ª - "Tiago irmão de Jesus chamado Cristo".
    Na outra citação, mesmo que houvesse interpolações cristãs posteriores, uma versão em árabe do texto contém elementos básicos sem as partes questionáveis fazendo menção explícita de Jesus Cristo.

    Tácito obviamente se refere a Jesus o Messias ao mencionar a origem do nome cristão condenado a morte por Poncio Pilatos. O fato dele nascer 28 anos depois é irrelevante. Hoje temos bons documentos sobre a 1ª Guerra Mundial e testemunhos da época.

    Plínio se encaixa no mesmo caso de Tácito. Até o ano 200 praticamente 1/5 do império romano era cristão! os historiadores se referem a Cristo como sendo o Jesus crucificado.

    Suetônio tem duas passagens em: "Vida de Cláudio" 25.4 e "Vida dos Césares" 26.2. Será que as duas foram adulteradas??

    Será então; que TODOS os historiadores da época deveriam citar a Jesus, caso contrário deveríamos duvidar de sua existência??

    Sobre as falácias comparativas entre Jesus, hórus e outros deuses pagãos, uma explicação bem esclarecedora e detalhada está neste link:
    http://www.respostasaoateismo.com/2011/10/jesus-um-plagio-parte-2.html

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    1. Cacoal11:48 PM

      Cara, não vi o autor deste post dizer em momento algum que Jesus não existiu, o problema de vcs crentes é não enxergarem o óbvio, que Jesus Cristo, aquele que fez milagres nunca existiu, é uma lenda, sacou? Esse negócio de milagres é história pra boi dormir, crente precisa de médico e de outras pessoas para os ajudarem assim como um macumbeiro ou um ateu também precisa... o resto é imaginação fértil.

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  2. Alexandre

    Há realmente muitas semelhanças entre as divindades pagãs com a de Jesus Cristo como as de Horus (egípcio) 3000 a.C, Mitra (persa – romano) 1200 a.C, Attis (Frígia – Roma) 1200 a.C, Krishna (hindu – índia) 900 a.C , Baco/Dionísio (Grego) 500 a.C (fazia milagres, como a transformação da água em vinho e a multiplicação dos peixes), Buda - séc. V a.C também caminhou sobre as águas, a na maioria seus nascimento eram comemorados em 25 de dezembro.

    Alguns autores sugerem que a história de Jesus pode ter sido baseada em deuses mais antigos e coincidentemente todos nascidos de forma milagrosa, sem envolvimento sexual ou do nascimento virginal (?), que um bom número deles, depois de mortos ressuscitaram no terceiro dia.

    A lógica do meu raciocínio logo me mostrou que aquelas histórias fantásticas não poderiam em hipótese alguma estar em coerência com a realidade, e, sem a influência de ninguém, muito cedo abandonei a igreja evangélica da qual fui orientada por tradição familiar, mas, até hoje a maior parte dos meus parentes continuam com suas vidas influenciadas por histórias, fábulas, lendas, mitos de 2.000, 3.000 mil anos que a bíblia narra e que elas acreditam até hoje como uma verdade incontestável, porque caso contrário eles estariam pecando e correndo o risco de serem atirados numa fornalha ardente até a eternidade por seu tão misericordioso pai, perdoador, cheio de bondade e amor para com seus filhos.
    A maioria deles nem sabe ainda que vive num planeta minúsculo da Via Láctea, em comparação com a grandiosidade do universo, porque a religião os impediram de saber mais, acreditar na ciência que é a reveladora de grande parte dos mistérios que nos rodeiam.

    Até hoje esperam sua volta de Jesus para encaminhá-los aos céus e creem alguns, na hipótese de terem a sorte de serem escolhidos ainda em vida e alçados para os céus por arrebatamento.
    Seria preferível a ignorância do que enfrentar a verdade e viver sem amuletos?


    Obrigada pelos textos elucidativos e inteligentes, tenho gostado de vir aqui.
    .

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    1. Caro, Anônimo,
      Evidências do Dilúvio Universal (e não uma simples enchente local) estão espalhos pelo mundo:

      1. Em TODAS as altas montanhas do mundo há vários fósseis de baleias, tubarões, animais marinhos, mamíferos, répteis e dinossauros juntos cimentados em calcita, com DNA e outros tecidos orgânicos neles; o que caracteriza que morreram num evento rápido e violento de soterramento: tipo o Dilúvio.

      2. A rápida fossilização por deposição de materiais orgânicos, como mostram as descobertas de tecidos moles em vários fósseis indica que não poderiam ter "milhões de anos".

      3. Outra prova do dilúvio é que fósseis de animais; e das plantas que deviam ter servido como seu alimento, freqüentemente não aparecem juntos como era de se esperar. Esse fato é observado em todo continente americano, a exemplo dos dinossauros encontrados na Patagônia.

      4. Um dos maiores depósitos de madeira petrificada está em Holbrook, Arizona, onde existem cerca de 10.000 árvores enormes petrificadas naquele local. Só um evento rápido e poderoso como o dilúvio; seria a causa de tamanho depósito.

      5. A explicação para a existência de grandes depósitos de gás e petróleo devido ao acúmulo e subseqüente enterro de enormes quantidades de material orgânico (plantas e animais) por violenta pressão e queima.

      6. Outra prova é o Talude Continental que é um declive acentuado abrupto no oceano, após a plataforma continental. Se a Terra tivesse bilhões de anos não existiria Talude pois os sedimentos dos rios nivelariam de forma proporcional os oceanos depois de tanto tempo.

      7. Fósseis tridimensionais (raros) de animais apresentam uma evidência clara de um sepultamento ainda em vida, ou imediatamente após a morte.

      8. Organismos foram sepultados em seus habitats naturais enquanto as águas varriam a Terra, produzindo assim a sucessão de fósseis.

      9. O Dilúvio explica a presença de amonites (invertebrados marinhos) em grandes altitudes, como na Cordilheira dos Andes ...etc, etc.

      10. Obviamente os descendentes de Noé repassaram esse mega-evento oralmente, por isso as similaridades dos vários povos sobre esse relato.

      11. No Dilúvio os mega movimentos tectônicos, fizeram vegetação e animais se sobreporem em camadas diferentes, não importando se eram mais ou menos complexos. A ausência de vestígios de erosão de uma camada sedimentar para outra, mas sendo planos e uniformes, é um absurdo sem lógica! pois ficaram expostas por longo tempo às ações do tempo (supostos milhões de anos). A falta de erosão nesses intervalos das camadas sugere rápida deposição, como se esperaria de uma grande inundação.

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    2. A questão dos animais.
      O conceito moderno de "espécie" não é o mesmo que um "TIPO" da bíblia que é bem mais abrangente. Talvez haja uns 73 mil tipos diferentes de animais terrestres. Como o tamanho médio deles é menor que um gato, menos da metade da Arca (equivalente a 570 vagões de trem) seria suficiente para guardar em torno 160 mil animais. Insetos, anfíbios tomam pouco espaço. Os animas marinhos ficaram no mar. E Noé certamente pôs casais de filhotes ou ovos e não adultos.

      Noé não teve de levar na arca por exemplo um casal de urso de cada espécie. Noé apenas teve de levar representante do “tipo” urso… o gênero Ursus ou, ao nível da família Ursidae. O mesmo exercício serve para os outros animais, que depois por HIBRIDAÇÃO geraram os vários tipos deles. A “especiação” – formação de novas espécies – não passa de recombinação de material genético e não criação de algo novo.

      O mais certo é que todos estes animais descendam de um mesmo animal, que representa o “tipo” bíblico. É variação dentro do mesmo tipo.
      A melhor maneira de nos referirmos ao “tipo” bíblico é tendo em consideração a informação genética e não a morfologia dos animais. Devemos ter em conta que a variação entre os animais acontece, como vemos todos os dias. Mas a variação que vemos não é o tipo de variação que esteja no caminho de transformar lobos em baleias ou peixes em camelos.

      Com o passar do tempo, a diversidade genética dos animais seria menor. Assim, a formação de diferentes “espécies”, são animais cujo antepassado teria tido uma maior diversidade genética com um pool genético, mais completo e poderoso.

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    3. Anonimo,
      A hibridação é limitada ao mesmo Gênero, Família dos seres vivos, portanto nada que ratos iriam gerar cães, antas, onças por exemplo.
      Pelo tempo que viveram Adão e Eva segundo estudos tiveram em torno de 60 ou 70 filhos cfe. Gn 5:4
      É óbvio que Caim casou-se com uma de suas irmãs ou sobrinhas. Naquela época não existia a Lei mosaica proibindo esse tipo de união. E os defeitos genéticos não haviam. Somente muitas gerações depois iriam ocorrer.
      O mesmo vale para os 4 casais que saíram da Arca.

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    4. Alfredo5:35 PM

      Não aceito interpretar assim tão magicamente grande Cícero pois isso é extrapola do contexto, não é valido que nesse tempo não ocorria isso e você esta jogando isto de forma a livrar o possível erro de Deus quando iria força - los ao incesto, até por que ao comerem do fruto da árvore no início com a inteligência veio a noção de pecado, e o pecado é inaceitável a Deus mas então por um momento Ele o aceitou daquela velha formula do "por que Deus quis" e se assim fora seguindo sua hipótese por um breve tempo era se permitido tudo na terra? Então as pessoas vindas do incesto de Cain e Abel e outros irmãos com suas irmãs eram livres para pecar? Ao morrerem foram condenados ou foram para o céu? E me esclareça uma dúvida, Deus pode mudar seu julgamento? Uma vez no inferno ele vai ao céu ou uma vez no céu vai ao inferno?

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    5. Alfredo,
      Obviamente que no início da raça humana deveria ser assim, e a lei contra o incesto venho somente muito tempo depois com Moisés. Contudo, não "era permitido tudo na terra" como sugeres, pois no cap. 6 de Gn vemos o homem já afundado na corrupção e pecados.

      Tanto os que estão no inferno como no céu, são estados irreversíveis.

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    6. Alfredo5:22 PM

      Então mesmo aqueles que não tinha nenhuma consciência de seus atos, pecaram e assim ao filho do homem ser sacrificado os pecados não seriam perdoados? Assim sendo aqueles que foram condenados por não saberem que erram diante de Deus permanecem no inferno... Então até a lei do incesto este ato seria permitido e assim visto agradava a Deus? Se assim fora a necessidade de que criar uma lei que proíba tal ato foi que Deus teria errado ao aceitar esse pecado tendo assim necessidade de colocar uma lei? Quais seriam os atos considerados pecados nesta época até o aparecimento das leis de Moisés?

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    7. Ninguém é condenado sem saber por que, todos tem consciência do que fazem.
      A lei contra o incesto veio somente depois de muito tempo com Moisés. No início da raça humana isso foi natural e necessário; mas depois os homens se perderam nos excessos e depravações irreversíveis e vários tipos de pecados cfe. Gn 6.

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  3. Cara, adoro seu blog, tem um selinho pra você no meu

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    1. Obrigado Lucas! Visitei seu blog, nota 10 para seu trabalho com a juventude desse país. Felicidades!

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  4. Alfredo5:53 PM

    Sabe o que eu queria é que as pessoas fossem boas sem serem obrigadas por um ser maior, sem que tenham que ir para o inferno ou céu, que partissem de nós no sentimento de bondade, amor e justiça, que não que ser controlados por Deus o pelo Diabo para apontar na dualidade qual você seguiu na sua ação. Até por que não daria para apontar esse eventual controle divino pois o homem jogado na natureza é como o animal realmente e assim suas atitudes tem caráter neutro e não se evidencia nenhuma demonstração de qualquer dos lados mal ou bem, santidade ou pecado, Deus ou Diabo...

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    1. Alfredo, não podes comparar o homem racional, moral, espiritual com animais irracionais que somente agem por instintos mecânicos naturais.
      E qualquer pessoa pode praticar virtudes como bondade, amor, justiça.

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    2. Alfredo5:42 PM

      Mas se visto que ele pode agir como um por que não haveria essa comparação Cícero? Tu sabes também que há muitas pessoas que agem conforme a bíblia com medo de ir ao inferno, que tenta ser bom a todos mesmo sabendo que não dá mas nas escrituras teríamos que amar a todos, que irá fingi gosta de alguém mesmo não gostando, que irá pagar um dízimo gordo para ficar "bem" falado entre os irmãos. O perfeccionismo atribuído a bíblia me intriga pois hora dizem que é perfeita pois é a palavra de Deus porém toda hora aparece um versículo que traz uma afronta e para derruba isso usam outro versículo sendo assim a bíblia se auto derruba? Nos comentários aqui até por você Cícero parece derruba post do autor que tem determinados versículos trabalhados com outros versículos, parece - me que a contradição é permanente no estudo da Bíblia. Mas se considerar então que a Bíblia não é a palavra de Deus mas apenas escrita por homens como vi num determinado site para talvez justificar os erros e as diferenças entre relatos de uma mesma história, então como poderei seguir o que está lá escrito como salvação se não como apenas e somente um guia ou mesmo um auto ajuda para problemas casuais na vida de todos?

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    3. O 1º passo é crer em Cristo e sua obra na cruz por nós. Se o medo de ir pro inferno aproxima a pessoa de Cristo que assim seja! afinal todos já estão condenados ao nascer, pra ir lá.
      O sentido de amar a "todos" seria como amar a si mesmo. Como amas a ti mesmo?
      Dízimo não salva ninguém e nem pertencer a uma determinada igreja, religião, denominação, mas sim a fé a graça cfe. Ef 2:8.
      A bíblia defende a bíblia. O maior erro dos céticos é isolar um texto fazendo um pretexto sem considerar o contexto.
      As supostas contradições, tem sempre explicações umas é verdade, mais difíceis outras mais fáceis.

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    4. Alfredo8:20 AM

      Ah se nascemos já condenados realmente é o acaso que determina minha existência, como na música epitáfio que o refrão é "o acaso vai me proteger" parece estar certíssima então pois tenho que ter sorte então para que possa nascer numa família cristã ou num país cristão. Se assim eu vir a nascer como um Índio que tem suas próprias crenças em Deuses estou supostamente condenado e sem ter como reverter isso, viveria tranquilo achando que estaria fazendo o certo mas na verdade irie ser condenado. Poxa quanta justiça nisso. O que me parece que a justiça de Deus é afetada pelo seus extremo amor e bondade, pois nós humanos sabemos que para justiça não pode se usar sentimentos no julgamento e condenar alguém a eternidade parece como uma pessoas que é levada a emoção totalmente, você entende Cícero que uma eternidade de sofrimento para quem simplesmente não seguiu a Deus não é justo? É desproporcional tanto para alguém que não saiu do seu mundinho da igreja para ajudar outros ou simplesmente ta lá orando somente não faz muita coisa ao mundo garante sua vida eterna no paraíso.....

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  5. Alexandre veja só como são as coisas! Detive-me há poucos dias em um debate sobre a historicidade do homem Jesus Cristo. E nem me dei conta de que você já havia tratado desse assunto aqui. Mas na ocasião usei basicamente as mesmas argumentações que você, de forma resumida e a dúvida pareceu se dirimir. Visto que o meu interlocutor, embora cristão, procurou se informar com a devida isenção e parece ter percebido que o conhecimento verificado e ratificado que se tem sobre o assunto é exatamente esse.

    Mas infelizmente, existem alguns que não admitem que seus castelos sejam de areia e recorrem a todo tipo de apelação e informações não ratificadas cientificamente para tentar se impor. É uma pena, pois creio que persistir usando de informações falsas ou não verificadas, e ou mentiras, não seja um meio eficaz de validar uma afirmação. Ainda por cima costumam misturar os assuntos, tentando sabotar ou desviar a atenção do tema do artigo. Já notei isso acontecer em outros artigos. Ato típico de quem não é capaz de debater com isenção e aceitar os fatos.

    Eu repito o que disse naquela ocasião, que caso surjam evidências ratificadas, por historiadores sérios e religiosamente descomprometidos, de que o homem Jesus Cristo tenha existido, o fato se estabeleceria. Eu certamente me daria por satisfeito visto que não é do meu feitio, até por uma questão de sanidade mental, me opor aos fatos. Entretanto do ponto de vista exclusivamente histórico não faria diferença alguma, pois sabemos que o mito Jesus Cristo é uma criação humana, conforme você esplendidamente expõe nesse artigo, e se o homem existiu de fato, terá sido um reles cidadão da Judeia, território romano. Um contestador daquele tempo que teria se martirizado por se opor ao Status Quo e a dominação romana. A meu ver apenas isso.

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    1. Caro Warlei,

      Eu repito o que disse naquela ocasião, que caso surjam evidências ratificadas, por historiadores sérios e religiosamente descomprometidos, de que o homem Jesus Cristo tenha existido, o fato se estabeleceria.

      Evidências há muitas, incluindo arqueologia do Novo Test. Registros de vários historiadores e autores não-cristãos até os séc. I e II registraram a morte de Cristo como fato incontestável.
      Sendo que Jesus tem muito mais documentos extra-bíblicos que muitos personagens da história.

      Cristo é citado historicamente por 42 autores numa sucessão de 150 anos. 9 autores tradicionais do Novo Test. 20 escritores cristãos fora da bíblia, 4 escritores heréticos e mais 9 fontes não cristãs. Enquanto por exemplo, apenas 10 autores citam Tibério César imperador de Roma durante a vida de Cristo. A proporção aqui é de 10 para 42. Ou seja, Jesus seria mais confiável historicamente que o imperador, porém não temos nenhuma dúvida do "mito" de Tibério César.
      Poderíamos fazer a mesmo comparação com Alexandre o Grande.
      Alguns autores eu já tinha citado no 1º post deste artigo, e teria as citações com as devidas referências.

      O testemunho contínuo do Antigo Test. até os pais da Igreja, inclusive crentes e descrentes, judeus e gentios é evidência esmagadora do homem Jesus morto na cruz.
      Até mesmo o ícone do ateísmo Bertrand Russell admite a realidade de Cristo indiretamente ao dizer:
      "o que o mundo precisa é de amor, amor cristão, ou compaixão." (Por que não sou cristão).

      Os próprios autores do Novo Test. estão muito preocupados com os detalhes de um registro preciso, não um mito vago. Lucas conta sua técnicas de pesquisa e seu objetivo como historiador. Também relaciona a história a pessoas e eventos que são parte do registro público da história. como: Herodes O Grande, César Augusto, Quirino, Pilatos, Tibério e muitos outros.

      Para apagar Cristo da história teria que se destruir todo um contexto histórico geográfico social onde ele teria habitado e influenciado. E será que os apóstolos e seguidores morreriam por um defunto, um mito... inclusive até hoje?

      e se o homem existiu de fato, terá sido um reles cidadão da Judeia, território romano. Um contestador daquele tempo que teria se martirizado por se opor ao Status Quo e a dominação romana. A meu ver apenas isso.

      Muitos existiram com essas características, por isso não receberam nenhum destaque e registro histórico relevante, ao contrário do Jesus de Nazaré, sem dúvida a figura histórica mais destacada e polêmica.
      Ele quebrou o sistema religioso tradicional amarrado em mitos, regras e preceitos humanos escravizantes, ... e a quebra de paradigmas trouxe conflitos da liderança judaica religiosa, civil, inclusive imperial. Sendo o imperador um "deus" era inadmissível um concorrente.

      A influência dos verdadeiros cristãos nos primeiros séculos era fantástica e transformadora. "Estes que tem transtornado o mundo chegaram aqui também" At 17:6.
      Estudiosos dizem que até o ano 200 cerca de 1/5 do império romano era cristão. Duvido que isso fosse uma mera influência de um revolucionário contestador qualquer.

      Saudações.

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    2. Senhor Anônimo (este é seu nome?)
      Não sou pastor, talvez um apologista cristão.
      Enquanto houver caixas de cometários nos artigos, pode-se argumentar assim creio, apesar de muitos comentários meus, terem sido censurados...

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    3. Cícero,

      O homem Jesus Cristo histórico segundo a historiologia não se provou ter existido. Não digo com propriedade pois não sou historiador e nem ligado a área. Mas tenho amigos pessoais, professores e historiadores que garantem que não existem elementos ou comprovações para se afirmar esse fato de forma isenta. Já sobre a construção do personagem histórico e mítico, creio ser desnecessário tecer maiores comentários, pois entendo que o Alexandre demostra isso de maneira muito objetiva e esclarecedora em minha opinião.

      E conforme ele mesmo demostra no artigo, para aqueles que creem, profecias do tipo que alegam prever a vinda de um salvador podem ser algo muito sugestivo, o que possivelmente levou ao aparecimento de diversos homens alegando ser o messias naquele tempo. Ou seja, muitos se insurgiram contra o sistema dominante motivados pela auto-sugestão de ser o messias ou simplesmente por querer ficar em evidência e chamar a atenção para si. Assim como ainda acontece em nosso tempo. Temos um muito conhecido que é o Henry Cristo, e é muito comum esse tipo de figura com pretensões messiânicas aparecer de tempos em tempos.

      Sorte que hoje ninguém ou pouca gente acredita nesse tipo de maluco hoje em dia. Senão teríamos uma nova religião brotanto a cada ano.

      Abraço!

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    4. Prezada Regina,

      Seja bem-vinda!

      No ítem "Leia-me Antes de Comentar", que figura no menu principal no topo da página do blog, você encontrará instruções necessárias para se identificar adequadamente nos comentários.

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    5. Cara Regina,

      Olhando seu, observei que o senhor usa a imagem de um objeto que é usado como força de impacto (martelo) e que também pode ser utilizado como arma da mesma forma como o senhor usa seu livro - a bíblia -

      Para quem estuda a bíblia facilmente identifica o significado do martelo.
      Mas no caso como ferramenta hodierna, não é adequada como arma, ainda que poderia ser utilizada, mas sua principal utilidade é fixar ou retirar objetos e outras utilidades menos relevantes.

      para argumentar, revelar e ostentar sua necessidade de se sentir poderoso com a mesma posição de soberba do seu Senhor lá do alto, que é onde ele se posicionou perante seus inferiores feitos a sua imagem porém, cheios de fraquezas e pecados.

      Mas justamente, este Senhor se fez homem, sem pecados e sem fraquezas para nos libertar de nossos pecados e fraquezas, do contrário ficaríamos eternamente perdidos, contudo ele nos oferece um convite, mas podemos não aceitar...

      Para o senhor ver que eu uso de minhas próprias palavras sem o auxílio de nenhuma frase feita ou extraída de algum livro,...

      Ler livros, artigos e publicações sobre o tema interessado, também ajudam a formular melhor nossas idéias e conceitos.

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  6. Warlei,

    Não digo com propriedade pois não sou historiador e nem ligado a área. Mas tenho amigos pessoais, professores e historiadores que garantem que não existem elementos ou comprovações para se afirmar esse fato de forma isenta.

    Será que seus amigos, professores, historiadores rejeitam também vários outros personagens famosos ou não, da história antiga??!!... ou será que tais métodos, pesquisas, citações, trabalhos só valem preconceituosamente para o Jesus da Galiléia??
    Então por que eu deveria acreditar em Aníbal, ou Hamurabi, ou Aristóteles ou Sargão por exemplo? por que há registros? assim como os de Jesus? mas então são todos falsos certo? assim nada do passado é confiável e tudo é duvidoso.

    Ora até inimigos e críticos de Jesus atestam sua historicidade como o autor grego Luciano. Pesquise "Luciano de Samosata e a Historicidade de Cristo".
    O ex-ateu poeta, escritor e professor C.S.Lewis grande conhecedor de mitos, autor das Crônicas de Nárnia, argumentou que os que equiparam o Novo T. à mitologia não estudaram direito o NT, e tampouco estudaram bem os mitos.

    E conforme ele mesmo demostra no artigo, para aqueles que creem, profecias do tipo que alegam prever a vinda de um salvador podem ser algo muito sugestivo, o que possivelmente levou ao aparecimento de diversos homens alegando ser o messias naquele tempo.

    O grande problema é que foram nada mais, nada menos que 313 profecias do Antigo T. cumpridas no homem nazareno Jesus da Galiléia! totalmente impossível a possibilidade de algum outro assumir seu lugar simplesmente alegando ser "O Messias" dos quais os judeus facilmente confeririam com suas Escrituras.

    "O primeiro dever do historiador é não trair a verdade, não calar a verdade, não ser suspeito de parcialidades ou rancores."
    (MARCO TÚLIO CÍCERO - filósofo, orador, escritor, advogado, político romano.)

    Abçs.

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    1. Cícero,

      Por favor, não tome como má vontade ou arrogância, mas eu não pretendo me ocupar em lhe responder sobre cada personagem histórico, até porque a historicidade deles não é o ponto em questão. Mas o fato é que não se ensina nas escolas convencionais que a existência do homem Jesus Cristo tenha sido comprovada. E duvido muito que seja por uma questão de preconceito contra uma possível comprovação da existência histórica do homem Jesus Cristo.

      Homem este, que se algum dia vier a se comprovar ter existido não invalidaria em nada o argumento central do artigo, pois o mito e o homem seriam evidentemente coisas muito distintas.

      Devo alertá-lo também para o fato de que embora o notável escritor Clive Staples Lewis tenha manifestado sua opinião demostrando sua contrariedade, o que era direito dele, isso necessariamente não valida a historicidade do homem Jesus Cristo e não desqualifica os fatos verificados até o presente momento. Sendo ele teólogo anglicano ou não, cético ou não, seria necessário mais do que opiniões para isso. Assim como aconteceria se algum de nós dois quisesse opinar e fazer afirmações sobre algum assunto fora da nossa área de conhecimento sem a devida autoridade.

      Quanto ao assunto profecias, são tantas considerações a se fazer para discutir a verossimilhança desse tipo de alegação que talvez seja melhor evitá-lo. Esse não é um tema nada objetivo a meu ver. E como eu prefiro não discutir subjetividades me abstenho. Esclarecendo que esse assunto me atraiu única e exclusivamente pelo lado prático e objetivo da questão.

      Penso que também seja possível presumir que todas as pessoas envolvidas com historiologia estejam cientes dos seus deveres e responsabilidades para com a sociedade, inclusive em adotar uma postura isenta ao tratar com os fatos e não trair a verdade, como você muito apropriadamente mencionou, ao citar o seu ilustre homônimo.

      Abraço!

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    2. Alfredo12:12 PM

      Warlei você quer ponderá o fato de que não há evidências sobre o Jesus Poderoso, Deus, milagroso - quando refere - se no mito de Jesus - Mas que houve uma pessoa chamada Jesus e que foi relatado por figuras consideradas seculares antigas mas sem atribuir há sua suposta relação divina....

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    3. Prezado Alfredo,

      Note que eu sou um cético e faço questão de deixar isso muito claro. Se alguém acredita ou tem fé que Cristo seja deus ou que ele, repito, por uma questão de fé, tenha existido como homem, eu me abstenho de discutir. De outro lado, se houver provas e evidências aceitas e verificáveis de tal existência também me darei por satisfeito, mas continuaria entendo que mito e homem são coisas distintas pelos motivos que o artigo expôs e os que eu propriamente expus. Mas é sabido que o homem Jesus Cristo não se provou ter existido na historiologia e, embora existam muitos estudos e debates acerca desse tema, até o presente momento não há nada conclusivo no sentido de corroborar sua existência. Já o mito é um fato inegável.

      Embora eu seja cético, respeito as crenças e o direito de cada um acreditar naquilo que lhe traga algum conforto pessoal. Saiba que grande parte da minha família é ciente da minha visão humanista e cética, entretanto frequentam igrejas evangélicas, de adventistas passando por batistas, católica e neo-pentecostais. Aprendi desde cedo portanto a manter uma postura racional e equilibrada mas sem me furtar a questioná-los quando é oportuno. Entenda que eu não me aproprio dos fatos, apenas os coloco em debate com o propósito de desafiar meu interlocutor a revisar suas fontes e tentar refletir com a devida isenção sobre o tema.

      Abraço!

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    4. Caro Warlei,
      me desculpe mas você já parte de um pré-conceito arbitrário pessoal em rejeitar todo e qualquer documento histórico mencionando o homem Jesus de Nazaré que viveu em Israel no séc. I. Tal pensamento se enquadra naturalmente nas falácias non-sequitur e petição de princípio.

      Abçs.

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    5. Cícero,

      Não, não parto de nenhum pré-conceito. Por todos os motivos pelos quais já mencionei anteriormente.

      Apenas observo que a possível existência de um sujeito que pudesse ser identificado como Jesus Cristo, e estivesse diretamente relacionado a figura do mito Jesus Cristo, não se comprovou aos olhos das pessoas que lidam com o assunto diretamente. É disso que o artigo trata, e duvido muito que seja por uma questão de pré-conceito.

      Creio que estejamos falando de pessoas sérias, descomprometidas de favorecer esta ou aquela vontade ou fé. Não podemos ser presunçosos a ponto de por em dúvida o trabalho dessas pessoas.

      Se lhe serve de exemplo, li recentemente que um historiador dos EUA de nome Joseph Atwill afirmou que a figura de Jesus Cristo foi fabricada pela aristocracia romana e que tem dados que confirmam sua teoria. Parece-me óbvio que ele “revele” tudo isso em um livro sensacionalista, porque um tema polêmico sempre vende, ou dá votos.

      Agora eu te pergunto: Você acha, que somente porque eu seja um cético, por puro pré-conceito, corro a dar razão a ele? Respondo-lhe que não, e temo que talvez quem esteja sendo preconceituoso comigo seja você. Pois, pode até ser que eu leia o livro, e pode até ser que as tais informações existam. Mas penso que se ele detivesse realmente informações importantes a respeito do assunto, dados conforme ele afirma, de boa fé, ele deveria os disponibilizar paras todos os envolvidos com as disciplinas pertinentes relativas a historiologia, para que se fizessem as devidas análises e considerações a respeito.

      Mas em minha opinião ele somente quer vender livros e, embora possa ser um historiador por formação, corre o risco de cair em descrédito.

      Consegue entender meu ponto de vista agora?

      Abraço!

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    6. Warlei,
      a possível existência de um sujeito que pudesse ser identificado como Jesus Cristo, e estivesse diretamente relacionado a figura do mito Jesus Cristo, não se comprovou aos olhos das pessoas que lidam com o assunto diretamente.

      Contudo, um expressivo número de pessoas que lidam com o assunto diretamente - historiadores - tem aceitado plenamente a existência do homem Jesus Cristo, diante do farto material encontrado, inclusive dentre esse número de pessoas, há também céticos.

      Abs.

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    7. Cícero,

      É inegável que hajam controvérsias a respeito desse assunto. Mas o que se estabelece como conhecimento a ser transmitido está baseado em informações e elementos devidamente consubstanciados e verificados.

      Você como cristão não imagina outra possibilidade senão a de que ele também tenha existido como homem e, por experiência própria, eu me considero perfeitamente capaz de compreender isso. Mas minha visão é bem diferente. Eu reconheço o mito, sua importância e influência ao longo da história. De minha parte, nenhuma das duas opções sobre a existência do homem está descartada.

      Afinal, é plausível que tenha existido um homem cujo os elementos da sua história preencha todos os requisitos para ser considerado o cidadão judeu histórico de nome Jesus de Nazaré. E que tenha inspirado as pessoas do seu tempo a ponto de virar uma espécie referência tal e qual Tiradentes. Assim como o mito possa muito bem ter sido construído em cima de uma coleção de fatos distintos, que é para onde os estudos, até o presente momento apontam.

      Entretanto, conforme eu já disse antes, não mudaria minha visão, de que as informações que temos, a meu ver, corroboram o entendimento de que o mito extraordinário tenha sido construído pela "rádio peão".

      Sobre o que deva ser aceito ou não, o que entendo é que, deixando de lado a questão de religiosidade e ceticismo, se começarmos a transmitir conhecimento baseando-nos em opiniões isoladas ou evidências anedóticas, será uma situação temerária para o futuro da humanidade.

      Abraço!

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  7. Se os evangelhos dizem que Jesus era um milagreiro seguido por muitos e buscado por enfermos: “E a sua fama correu por toda a Síria, e traziam-lhe todos os que padeciam, acometidos de várias enfermidades e tormentos, os endemoniados, os lunáticos, e os paralíticos, e ele os curava.” (Mt 4, 24)
    “E seguia-o uma grande multidão da Galiléia, de Decápolis, de Jerusalém, da Judéia, e dalém do Jordão” (Mt 4, 25)
    Então não tem jeito. Segundo a lenda ele era famoso e muito, até porque seria impossível alguém assim não sê-lo. Nada ficou na memória afetiva do povo da região, nada nas linhas dos cronistas populares, nada nos relatos dos comerciantes viajantes, nada de ninguém. "Evidências" vão aparecer somente em textos de importantes personalidades públicas ligadas ao governo romano depois do século IV. Ora, sabemos que durante esse século os cristãos substituíram os funcionários pagãos do governo. E então? .

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    1. Falácia lógica. Se Cristo era lenda, como poderia haver tantos cristãos nos séculos seguintes??

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    2. Ivani Medina,

      Suas observações são consonantes com os fatos. E a vantagem dos fatos históricos ou científicos é que eles não dependem de crença para continuarem sendo o que são! Estão lá! Podem ser verificados, aferidos, medidos e em muitos casos, repetidos.

      Um bilhão de pessoas acreditarem em uma mentira não a torna verdade. Portanto, não me parece inteligente alguém lançar mão deste tipo de defesa para justificar um dado credo como verdadeiro. Até porque temos sete bilhões no planeta e se usarmos a lógica proposta, a suposta falácia se volta contra aquele que o acusa de aplicá-la.

      O fato é que, os romanos, gostem ou não os cristãos, inventaram o cristianismo. Aqueles que buscarem as bases históricas desta afirmação com o devido distanciamento e isenção poderão, talvez para o seu próprio desagrado, confirmar este fato.

      Outro fato importante que se deve compreender é que a figura histórica de Jesus se refere a um personagem criado para fundamentar a religião cristã. Uma história meticulosamente concebida com base em profecias existentes no VT. Bastou seguir o roteiro. Já o homem cuja vida o mito relata nos evangelhos nunca se provou ter existido. Ou seja, Jesus é um mito e é apenas o que de fato é. E como se não bastasse isto, ainda por cima é um plágio! Hórus, Mitra e Krishina que o digam!

      Apenas como adendo às suas observações, segue uma lista de historiadores que teriam sido contemporâneos e o que eles nos relataram sobre do suposto milagreiro nazareno:

      Filon de Alexandria: nada;
      Plínio, o Velho: nada;
      Arriano: nada;
      Petrônio: nada;
      Díon Pruseus: nada;
      Paterculus: nada;
      Suetônio: nada;
      Juvenal: nada;
      Marcial: nada;
      Pérsio: nada;
      Plutarco: nada;
      Plínio, o Moço: nada;
      Justus de Tiberíades = nada;
      Apolônio = nada;
      Quintiliano = nada;
      Lucanus = nada;
      Eptectus = nada;
      Hermógenes = nada;
      Sílio Itálico = nada;
      Statius = nada;
      Ptolomeu = nada;
      Apiano = nada;
      Flegon = nada;
      Fedro = nada;
      Valério Máximo = nada;
      Luciano = nada;
      Pausânias = nada;
      Floro Lúcio = nada;
      Aulo Gélio = nada;
      Díon Crisóstomo = nada;
      Columella = nada;
      Valério Flaco = nada;
      Dâmis = nada;
      Favorino = nada;
      Lísias = nada;
      Pompônio Mela = nada;
      Apiano de Alexandria = nada;
      Teão de Smyrna = nada;
      Josefo: 2 parágrafos (verificados como falsos);
      Tácito: 2 parágrafos (também verificados como falsos).

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  8. Evangelhos foram vários e a igreja católica decidiu quais foram e quais não foram inspirados por Deus. Dentre os rejeitados (extrabíblicos, mas não necessariamente de autores contemporâneos), houve o de Maria Madalena, que a colocava como mais próxima de Jesus do que Pedro ou qualquer outro apóstolo; e o de Judas, que no seu “se diz” orientado por Jesus a fazer cumprir as Escrituras entregando-o.
    Independente da participação de Roma na criação do mito Jesus e de seus milagres, ainda da autoria dos evangelhos, por que foram escritas tantas versões a respeito da vida de um pessoa se à Roma só interessaria uma (ou quatro bem parecidas)? Deve ter existido alguém tão notório a ponto de inspirar essas biografias, mas que depois, não se sabe, sacrificou sua vida por uma causa ou fugiu para o norte da Índia, onde morreu aos 120 anos.

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  9. Gerson Funk9:35 PM

    Os crentes dizem que Jesus está vivo mas não podem apresentar ele pessoalmente, precisam defende-lo porque ele mesmo não pode falar por si mesmo, essa história tá mau contada.
    Muito bom o blog.

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  10. Eu não tenho dúvida alguma de que Jesus (histórico), existiu. Muitas são as evidências disto, embora haja, naturalmente, algumas que tenham sido forjadas para reforçar a tese da existência, uma vez que se tratava de um escravo judeu, de origem pobre, portanto, para qualquer historiador daquela época, com pouco valor para ser mencionado.

    A presente discussão, dando-se no meio espírita (kardecista) e que não tenha influência dos escritos de Chico Xavier, ou seja, se atenham apenas às análises de Allan Kardec, referentes a Jesus, onde o homem deve prevalecer sobre o mito e onde a Bíblia é encarada sem desconsiderar as crendices e folclores próprios dos judeus, eliminaria esta discussão em 80%. Pelo fato também da Doutrina Espírita ser, ao mesmo tempo, criacionista e evolucionista, levando em conta os postulados da Ciência, estando até aberta a modificar, se necessário, suas premissas, desde que a Ciência comprove o Espiritismo estar equivocado, reduziria em mais 10% a discussão. Restariam, portanto, 10% a discutir, que seria ligado à crença em Deus, crença na existência da alma e sua sobrevivência após a morte.

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  11. Para a questão acima, a encruzilhada é a mesma: o ateísmo não pode explicar como o NADA fez TUDO, tampouco o teísmo e o deísmo (onde se encaixaria melhor o Espiritismo), pode explicar como DEUS fez TUDO. Como a dificuldade é a mesma, penso ser melhor acreditar em Deus, porque, ao menos, as questões decorrentes, ficam explicadas, ou seja, a existência de Espíritos e sua sobrevivência após a morte do corpo material.

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  12. O que se tem do Jesus histórico são apenas desculpas para a sua não confirmação como figura histórica. Quando não se tem um único motivo para justificar sua existência e diversos a contrariar, o que deve prevalecer?
    A religião percebida como um instrumento político é bem diferente de quando é percebida como um instrumento de aperfeiçoamento moral. A tendência é que ela seja apreciada preferencialmente pela segunda possibilidade. No entanto, é sob o ponto de vista secular que faço essa reflexão a respeito da origem do cristianismo. Conheça um pouco mais a respeito da origem da nossa cultura ocidental. Visite a página do livro A Origem do Cristianismo em Reflexão, no Facebook:
    https://www.facebook.com/aorigemdocristianismoemreflexao?ref_type=bookmark
    E adquira o seu exemplar em:
    http://www.editoramultifoco.com.br/literatura-loja-detalhe.php?idLivro=1702&idProduto=1734

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  13. Algumas referências sobre Cristo:

    Plínio - Epístolas 10.96
    Josefo - Antiguidades 28.33
    Justino - Apologia p.35
    Tácito - Anais XV,24
    Suetônio-XXV,4
    Talmude Judaico.

    Até inimigos de Cristo citam-no, como Luciano de Samosata autor grego do século II cujas obras contêm críticas sarcásticas ao cristianismo (Death of pelegrine, 11-3).
    E Celso num livro datado de 178 ridiculariza Jesus pela sua agonia na cruz.

    Se Cristo não existiu na história teria que se destruir todo um contexto histórico geográfico onde ele teria habitado e influenciado. Será que os apóstolos e seguidores morreriam por um defunto, uma lenda... e até hoje morrem; em países com dura perseguição; dariam suas vidas por esse... "mito"?
    Será que uma mentira duraria tanto tempo e com tantas pessoas envolvidas? e as várias profecias (mais de 300) do Antigo Test,. que se encaixaram com esse Jesus de Nazaré?
    Há inúmeros depoimentos de visões desde a aparição de Cristo ressurreto para Saulo até hoje.

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    1. Samuca7:41 AM

      Se Jesus é tudo isso que tu pensas por que ele não vem falar por si mesmo? Te toca cara!

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    2. Então peça para ele falar contigo. Ele aceita desafios! de uma forma ou outra Ele falará contigo!

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    3. Samuca8:01 AM

      Não acredito nisso, mas se tu gravares tua entrevista com ele e me mostrares, me converto na hora. Dou tudo o que tenho aos pobres e sigo teu Jesus. Ele não topa desafios?

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    4. A entrevista já foi gravada e escrita a quase 2000 anos atrás pela sua Palavra. É a principal (não única) forma de ele nos falar.

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    5. Samuca8:18 AM

      Bem, se teu deus não aceitou meu desafio, como tu afirmavas que ele faria, então ou ele é covarde ou não existe. Deixo ao teu critério escolher.

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    6. Diga vc, pra ele que é um covarde e peça pra ele falar contigo, não seja um covarde.

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    7. Samuca8:44 AM

      Fala sério Cícero! Essa crença imbeciliza gente inteligente como você.

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  14. O que se tem do Jesus histórico são apenas desculpas para a sua não confirmação como figura histórica. Quando não se tem um único motivo para justificar sua existência e diversos a contrariar, o que deve prevalecer?
    A religião percebida como um instrumento político é bem diferente de quando é percebida como um instrumento de aperfeiçoamento moral. A tendência é que ela seja apreciada preferencialmente pela segunda possibilidade. No entanto, é sob o ponto de vista secular que faço essa reflexão a respeito da origem do cristianismo. Conheça um pouco mais a respeito da origem da nossa cultura ocidental. Visite a página do livro A Origem do Cristianismo em Reflexão, no Facebook:
    https://www.facebook.com/aorigemdocristianismoemreflexao?ref_type=bookmark
    E adquira o seu exemplar em:
    http://www.editoramultifoco.com.br/literatura-loja-detalhe.php?idLivro=1702&idProduto=1734

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  15. Saudações
    O principal problema na biografia de Jesus e da história do cristianismo é que o apóstolo Paulo, o grande divulgador do cristianismo, não menciona nas suas cartas (escritas entre 45 e 60 E.C.):
    - que Jesus nasceu de uma Virgem chamada Maria (independentemente de essa informação ser falsa);
    - que Jesus tinha vivido, uma ou duas décadas antes, na Galiléia;
    - que Jesus foi baptizado por João Baptista;
    - os discursos de Jesus;
    - os milagres de Jesus (independentemente de serem falsos);
    - os distúrbios que Jesus causou no Templo de Jerusalém;
    - que Jesus foi traído por um discípulo/apóstolo


    As cartas de Paulo parecem ser sobre um filho do Deus dos judeus. Este filho de Yahveh teria alegadamente revelado a Paulo (e a outros antes dele) que iria proceder muito brevemente a uma salvação dos judeus. Nada transparece que Paulo referir-se-ia a um homem da Galiléia chamado Jesus da Nazaré. Mas Paulo teria todo o interesse em convencer a sua audiência (os seus leitores) que o Jesus da Nazaré era o filho de Yahveh, caso tivesse conhecimento da história de Jesus da Nazaré).

    http://quem-escreveu-torto.blogspot.pt/2013/06/paulo-sumario-sobre-cristo.html

    Obrigado

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  16. A igreja Católica é a campeã mundial de fraudes!! acreditar que Genocidas inescrupulosos que através dos concílios organizaram a bíblia juntamente com os escribas é algo tão pífio, como acreditar nos macarrões monstros voadores que assombram as vespas venusianas!! Jesus irmão de Thiago foi um Líder político juntamente com Maria Madalena sua esposa ao que tudo indica, o resto é conversa pra boi dormir!!

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    1. Ou seja a bíblia não é um livro escrito por Deus e sim um livro histórico que foi deturpado por interesse dominativo por porcos assassinos e canibais da liberdade humana!!

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  17. O homem natural não entende as coisas espirituais. ..ninguém é obrigado a crer e eu não preciso provar minha fé o que importa é que naquele grande dia toda falácia e sabedoria do homem será trocada pelo espanto e horror de ver a direita do Deus eterno a presença viva e poderosa do Senhor Jesus.....e aí irá constatar que foram uns grana tolos em negligenciar tamanha salvação. ..porcos gostam de bolotas não de pérolas. ...jogar pérolas a porcos e perda de tempoo

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