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O Cosmos e o Pálido Ponto Azul

O minúsculo ponto claro entre as estrelas, quase ao centro
da faixa clara superior, é a Terra vista da órbita de Netuno.
Foto tirada pela sonda Voyager 1 – NASA
(clique sobre a foto para ampliá-la)
Terminei de assistir a nova série "COSMOS, Uma Odisseia no Espaço-tempo", uma obra-prima feita para popularizar o conhecimento científico sobre o Universo e conscientizar os espectadores sobre a responsabilidade da humanidade e seu verdadeiro lugar na Natureza. Sua primeira versão em língua portuguesa foi levada ao ar pela TV Globo no início dos anos 1980, na época seu apresentador era o renomado cientista Carl Sagan. Desde lá a Ciência avançou muito e esta nova versão vem com 34 anos de atualizações. Para muitos talvez seja apenas mais uma série de TV sobre curiosidades científicas, mas para outros, como eu, foi um marco de mudança íntima. No ultimo dos 13 capítulos há um texto revelador do autor, inspirado na fotografia da Terra tirada a 6.4 bilhões de quilômetros pela Sonda Voyager 1 ao ultrapassar a órbita de Netuno, o qual transcrevo abaixo devido ao seu profundo significado. Ao final disponibilizo um link onde pode-se acessar todos os capítulos em português da nova versão agora apresentada pelo astrofísico Neil deGrasse Tyson. Em meio a esta vida corrida ditada pelo capitalismo globalizado, desejo que o caro leitor encontre tempo para assistir todos os episódios e assim possa confirmar que meu testemunho é verdadeiro.

Pálido Ponto Azul (Pale Blue Dot)

"Considere novamente esse ponto. É aqui, é a nossa casa, somos nós. Nele, todos que você ama, todos que você conhece, de quem já ouviu falar, todos os seres humanos que já existiram, viveram suas vidas. O conjunto de nossas alegrias e sofrimentos, os milhares de religiões confiantes de si, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e saqueadores, heróis e covardes, criadores e destruidores de civilizações, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e mães, criança esperançosa, inventor e explorador, cada professor de moral, cada político corrupto, cada celebridade, cada líder supremo, todos os santos e pecadores da história de nossa espécie viveram ali - num grão de poeira suspenso num raio de sol.

A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pense nos rios de sangue derramados por todos aqueles generais e imperadores, para que, em glória e triunfo, pudessem ser os senhores momentâneos de uma fração desse ponto. Pense nas crueldades infinitas cometidas pelos habitantes de um canto deste pixel contra os habitantes quase indistinguíveis de algum outro canto, como frequentes são seus conflitos, como estão ansiosos para matar uns aos outros, tamanha a ardência de seus ódios. Nossas atitudes, nossa pretensa importância, a ilusão de que temos uma posição privilegiada no Universo, tudo é posto em dúvida por este ponto de luz pálido. O nosso planeta é um pontinho solitário na grande escuridão cósmica que nos envolve. Em nossa obscuridade - em toda essa imensidão - não há nenhum indício de que virá ajuda de algum outro lugar para nos salvar de nós mesmos.

A Terra é, até agora, o único mundo conhecido que abriga a vida. Não há nenhum outro lugar, ao menos no futuro próximo, para onde nossa espécie possa migrar. Visitar, sim. Habitar, ainda não. Goste-se ou não, no momento a Terra é o nosso lugar. Já se disse que a astronomia é uma experiência que forma o caráter e ensina humildade. Talvez não exista melhor comprovação da loucura das vaidades humanas do que esta distante imagem de nosso mundo minúsculo. Para mim, ela sublinha a responsabilidade de tratarmos melhor uns aos outros, de preservarmos e valorizarmos o 'pálido ponto azul', o único lar que conhecemos".

— Carl Sagan

14 comments:

  1. OCCAM9:19 AM

    Ótima série! Merece um espaço de divulgação em todos os sites formadores de opinião como este. Preciso de tempo para ver os 4 últimos episódios. Este texto de Carl é emocionante. Parabéns aos autores do site!

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  2. Acompanhei com paixão todos os episódios pelo canal Net Geo, e no término me senti mais rica e sabedora do mundo em que vivo um mundo limpo, isento dos fatos sobrenaturais da ilusão, abordado de forma séria e neutra, pois foi fundamentado na verdade das coisas pelo estudo das descobertas que a ciência proporciona.
    Não há como negar a eficácia da ciência que em seus erros e acertos tem nos proporcionado um confortável estado de noção sobre nosso mundo porque pude acompanhar a evolução do conhecimento sobre o Cosmos.
    Baixei todos os episódios para meu computador, gravei em pen drive e posso vê-los na minha Tv confortavelmente e na hora que eu quiser.
    No último episódio há também uma mensagem maravilhosa para a humanidade com os seguintes dizeres:

    Há apenas alguns poucos séculos, um mero segundo do tempo cósmico, não sabíamos nada sobre onde ou quando estávamos. Indiferente ao resto do cosmos, nós habitamos um tipo de prisão – um pequeno universo cercado por uma casca de noz. Como escapamos dessa prisão?

    1. Questione a autoridade.

    2. Nenhuma ideia é verdade apenas porque alguém disse que sim, inclusive eu. Pense por você mesmo. Questione-se.

    3. Não acredite em nada apenas porque você quer. Acreditar em algo não o torna verdade.

    4. Teste ideias pelas evidências adquiridas através da observação e da experimentação. Se uma ideia promissora falha num teste bem projetado, está errada! Supere isso.

    5. Siga a evidência para onde ela apontar. Se não tem evidência, não julgue.

    Talvez a regra mais importante de todas. Lembre-se: “você pode estar errado”.

    Mesmo os maiores cientistas estiveram errados algumas vezes. Newton, Einstein e cada um dos maiores cientistas da história já cometeram erros. Claro, sim eles eram humanos. Ciência é uma maneira de evitar nos enganarmos... e aos outros.



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  3. scientistdotcom9:14 AM

    A antiga série Cosmos foi muito legal, narrada pelo próprio Sagan. Esta nova série – narrada pelo Neil – deve ser muito melhor ainda por motivos óbvios (ainda vou assistir).

    Entretanto, gostaria de anotar que, quando pessoas se entusiasmam com as novas perspectivas de observação do universo proporcionadas pela série, tendo a ciência por trás, uma pergunta deve sobrevir: em tudo o que se descobre, como provar que isso tudo nega que “No princípio criou Deus os céus e a Terra”?.

    Vamos continuar aguardando, pois a coisa está ficando feia para os descrentes na informação dessa frase, haja vista a fuga de muitos cientistas dessa condição de satisfação com viagens em naves imaginárias, em lugar de veículos tangíveis.

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    1. OCCAM9:51 AM

      A Imaginação é um dos componentes que nos torna humanos e nos diferencia dos outros animais, é necessária para todos os campos do conhecimento, portanto é também um dos motores da ciência. A grande diferença entre a imaginação religiosa e a científica está no filtro, a religião permite todos os absurdos que a imaginação venha a sugerir (veja as várias religiões), a ciência utiliza a investigação e as evidências para eliminar enganos e nos dar todo o conhecimento e conforto que todos conhecemos, citemos apenas a medicina e a tecnologia da informação que agora usufruímos. Tudo isso e muito mais é fruto da imaginação de cientistas. Como Einstein afirmara: "A doutrina de um Deus pessoal se refugia onde a ciência ainda não se firmou". Fica claro então com a frase "no princípio criou Deus o céu e a Terra" que com o advento da ciência moderna a religião precisou levar o seu deus mais potente para a escuridão de "antes" do Big-Bang, para além do alcance da ciência que costuma pulverizar os deuses incautos.

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    2. scientsdotecom

      Uma das melhores indagações e respostas sobre Deus que já li foi a do grande escritor português José Saramago.

      Deus existiu sempre? Que é sempre? Deus criou-se a si próprio para depois começar a criar o universo? Onde é que estava deus quando criou-se a si próprio? E como é que alguém se cria a si próprio? Do nada, passando do nada ao ser? Se o nada existiu, tudo que veio depois estava contido no nada. Mas se estava contido no nada, então o nada não existia.

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    3. scientistdotcom2:47 PM

      Certo, Ana.

      Olhando para essas perguntas, podemos questioná-las sob dois pontos sem conexão um com o outro.

      No primeiro, o problema que vemos em Saramago é que ele não é cientista (não era...). Estávamos falando de coisas mais ‘embaixo’ e não de filosofia ou romances, que parecem ser o metier do escritor português.

      Essas perguntas que ele faz (muito comuns e antigas) já se tornaram obsoletas para a ciência, porque já ficou claro que nem as expressões ‘onde’ e ‘quando’ fazem sentido no mundo de ‘antes’ (aqui sob aspas, porque antes também não faz sentido, por inexistência de tempo).

      Sem o tempo que conhecemos (quando) e o espaço ainda não criado (onde) essas questões, do ponto de vista científico, não podem sequer ser formuladas, por falta de sentido dos termos.

      No segundo aspecto, quando elas podiam ser levantadas (antes de se tornaram obsoletas), mesmo assim não serviam para negar o ponto (“no princípio criou...”), pois as perguntas também podiam ser rebatidas ao lado contrário que, queiramos ou não, também não responde.

      O que se descobriu recentemente, na opinião de muitos cientistas da área, não foi uma resposta e sim uma complicação que leva muitos deles a acreditar que a ciência jamais descobrirá. Você deve saber que cada pergunta supostamente respondida cria muitas outras que não se respondem.

      É como se fôssemos resolver um problema de matemática de uma variável e, durante o andamento da solução, tivéssemos que inventar e adicionar outras variáveis independentes, tornando impossível a solução.

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    4. OCCAM3:40 PM

      As questões são importantes para a ciência porque elas libertam o pensamento e abrem caminho para as soluções. Imagine se não questionássemos as origens das doenças e permanecêssemos acreditando que eram castigo de Deus? Não passaríamos das orações com óleo, pagamentos de promessas e sacrifícios de animais, enquanto nossos entes queridos morreriam das mais simples diarreias. O método científico levanta muitas dúvidas porque o mundo é complexo e não pode ser explicado criando-se seres imaginários por mais onipotentes que sejam. A maioria das pessoas querem poucas questões e respostas simples, mas a vida real não é assim, por isso a ciência é mais eficiente que a religião, por encarar esse desafio. Dizer que tudo só se complica é não ver as realizações da ciência à nossa volta, é como cuspir no prato em que comeu. Deus é um ser interessante sim, mas primeiro precisa-se questionar se ele existe, ao invés de defendê-lo.

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    5. Caçador de asnos11:16 AM

      Boa Occam... esse scientistdotcom nem ousou te responder e aproveitou a fraqueza dos argumentos da Ana (com todo o respeito Ana) pra desviar a atenção... bem identificado o TROLL... KKKK CONTRA FATOS NÃO HÁ ARGUMENTOS!!!!
      DONKEYS HUNTERS!!!!!!!!!

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  4. Sr scientistdotcom

    A ciência se baseia em possibilidades lógicas e não em casos sem conexão com a realidade.
    Saramago foi um escritor contemporâneo, suas ideias não tinham nenhuma correlação com a ciência, mas, são atuais e transcendem. É lógico se o Sr quer contestar as indagações de Saramago fique a vontade é um direito que todos tem de explanar suas ideias. Não fosse assim, não estaríamos atualizados como agora.
    Giordano Bruno foi “simplesmente” um Frade dominicano quando começou a analisar o universo e os corpos celestes. Por suas observações passou a defender com ardor a teoria heliocêntrica como também afirmou que o universo era infinito e imutável sendo por isso queimado vivo pela Inquisição romana. Sua teoria mais tarde foi confirmada por Galileu Galilei como todos nós sabemos.
    Giordano Bruno não era cientista para afirmar essas descobertas, mas ele tinha certeza. Tudo que sabemos hoje do mundo em que vivemos a princípio vieram de homens que indagavam e não tiveram receio de repassar suas impressões.
    A ciência nunca vai descobrir coisas ou seres inexistentes, ela não trabalha aparelhada a lendas ou fábulas de um livro que também não oferece embasamento satisfatório para a seriedade da ciência.
    O Deus Javé foi uma criação do homem assim como todos os milhares de deuses existentes na terra e esta é uma forte razão para pensar que nenhum deles existem...
    .

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    1. scientistdotcom9:35 PM

      Bem, cara Ana

      Minha pretensão é encerrar por aqui. Costumo não alimentar conversas sobre religiões, porque constituem assunto que não pode ser tratado com lógica.

      Estranho um pouco que minhas investidas em debates com pessoas aparentemente ateístas sempre causam nelas migração para temas religiosos, como se o ateísmo ou a questão existencial de um criador dependesse das religiões.

      A minha declaração inicial com a citação da famosa frase “No princípio criou Deus...” foi invocada apenas para ser entendida no formato científico: ‘Alguém ou algo teria causado um início’. Aliás, quando essa declaração foi feita pela primeira vez, nem existia religião...

      Podemos observar que o que eu falei alegando ser dito por gente da ciência (‘tempo, ‘espaço’, ‘quando’, ‘onde’, ‘antes’...) não tem origem em igrejas, religiões, seus líderes ou em livros sagrados; faço sempre questão de citar cientistas ATEUS ou, pelo menos, sem qualquer vinculação religiosa. E, sobre origens, sempre tenho lido recentemente escritos de pessoas que alegam não serem de nenhuma forma religiosas.

      Vamos esperar que pessoas como Neil, Hawking, Greene, Gleiser, Novello, Mlodinow, Dawkins e muitos outros não estejam mentindo quando dizem que são ateus ou algo que o valha.

      Se um dia um deles se converter ou revelar que passou a crer num Criador tipo ‘Deus’ (como já aconteceu por aí) automaticamente deixará de ter a minha consideração nos debates a que me proponho.

      Mantenho o que disse sobre Saramago porque isso é o que dizem os cientistas (ateus) que tratam efetivamente dos assuntos de que fala a série Cosmos – causadora inicial dos nossos comentários.

      Sei quem foram Saramago e Giordano, mas eles e o que fizeram com este último não são temas de meu interesse. Obrigado pela sua atenção.

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    2. Sr. Cientistdotcom

      A nova série Cosmos no primeiro filme aos 16:37 minutos cita Giordano Bruno e não tem nada relacionado com a religião, pelo visto o Sr não assistiu, entrou aqui comentando e fazendo esta pergunta: “No princípio criou Deus os céus e a Terra? ” e criticando a metáfora da Nave Imaginária.

      Acontece que utilizando das mesmas metáforas que Sagan utilizou, na nova série Cosmos a Nave Imaginária foi inspirada no formato de uma semente de dente de leão que percorre os planetas do Sistema Solar, passando pela Nuvem de Oort chegando na fronteira externa do nosso sistema e da mesma forma adentra no organismo humano identificando as células seguindo o caminho da ciência na biologia molecular, isola uma parte do DNA para darmos uma noção da evolução do seres. A série Cosmos é ciência pura.
      Sr, por favor, indica no meu texto a parte que falei em religião? Desculpe, mas o Sr equivocou.

      Quero crer que o Sr saiba quem foi José Saramago e Giordano Bruno, mas, parece que não entendeu a importância real desses dois grandes homens, cada qual na sua área.

      Creio que agora ficou esclarecido, lembrando que o nome deste site é Deus, Ciência e Religião.

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    3. scientistdotcom4:03 PM

      Sim, não assisti ainda.

      A questão da pergunta “No princípio criou...” já foi esclarecida antecipadamente no meu post anterior. Fiz tal antecipação (reivindicando a tradução científica dessa frase) para evitar que a senhora alegasse isso, mas não houve jeito...

      A senhora conduziu, sim, o assunto para enfoque religioso e eu não a condenei por isso e não acho errado. Afinal, como bem disse a senhora, o site é sobre religião. EU APENAS DISSE QUE NÃO ME INTERESSO POR DEBATER ESSES TEMAS NEM PESSOAS COMO GIORDANO E SARAMAGO. Nas minhas áreas de especialização eles não ajudaram em nada. Mas devem ter ajudado muito pessoas como a senhora. Portanto, devem ter sido importantes.

      Se o que Giordano especulou foi depois comprovado pela ciência, lembro que vivi e vivo depois dessas comprovações. Fui ensinado por cientistas que comprovaram, porque aí já era ciência.

      Sei – até porque a senhora mesmo reconhece num dos seus posts – que religiosos como Giordano, Lemaitre e Newton deram contribuições importantíssimas que ainda hoje norteiam o trabalho dos cientistas. A senhora teria mais alguém para acrescentar a essa lista de religiosos?

      Seria literalismo (vício de linguagem) achar que só se fala em religião se se pronuncia a palavra religião. A palavra ‘Deus’ da citação inicial que a senhora fez de GB é da ciência ou da religião? A palavra ‘Deus’ do seu primeiro post seria da ciência ou da religião?

      As respostas a essas perguntas são interessantes para mim por um detalhe: é que raramente eu encontro ateus que consideram ser Deus tema da ciência. Congratulações por ter essa visão!

      Quanto a Neil ter citado Giordano na série, deve ser porque ele é diferente de mim. A senhora disse que Bruno não era cientista. Diferentemente do narrador de Cosmos, eu não me valho de não-cientistas nos meus debates. Não condeno quem se vale.

      Um cientista tem a liberdade enriquecer o que diz valendo-se de religiosos. No meu caso, é questão de opção preferencial: prefiro valer-me do que dizem cientistas ateus.

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    4. Sr Cientistdotcom

      De qual Deus me referi? Qual deles prefere? Porque eles são milhares não é mesmo?
      No caso me referi ao Deus do criacionismo: Deus, Jeová - o triuno - formado por três entidades contrariando o conceito monoteísta dos dez mandamentos, tomado e adotado pelas tantas religiões mundo afora.

      Ah, o Sr criou um Deus para a ciência?

      Quero dizer para terminar a conversa que, se não me falha a memória pela forma com que o Sr discute com as pessoas eu o conheço daqui mesmo, é um “troll” que está sempre trocando de nome por motivo de saturação de personagem. O Sr não mudou em nada heim?

      Nesse caso, by by porque não alimento troll.

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    5. scientistdotcom7:33 PM

      Bingo! O Deus a que se referiu é, portanto, um Deus religioso. Conclusão: a senhora conduziu a conversa ao tema religioso ao tratar desse Deus. Foi isso que presumi e, conforme a senhora acaba de revelar, eu estava certo.

      Outra conclusão lógica: se a senhora introduziu o Deus religioso (como agora admite) , mas disse que não estava falando de religião, então é a senhora mesmo que arranja o Deus para a ciência (pelo menos tenta...).

      Não sou troll. Eu não mudo de identificador porque saturei. Se quiser voltar a qualquer tema que acha que abandonei, fique à vontade. Sei que não vai fazer, mas posso me enganar...

      Aliás, raciocinando mais uma vez: se eu me escondesse em apelidos, por que a senhora saberia da ligação entre eles? Se sabe quais apelidos sãos meus, por que não retoma os assuntos inacabados?

      Será que a senhora não sabe que a pessoa do nickname A é mesma do nickname B justamente porque eu dou as pistas? Bom pensar nisto...

      Por fim, não entrei aqui para ser discutido nem para discutir qualquer pessoa deste site. Por que o faria? Para matar curiosidades?

      Tenha uma boa noite! Foi um prazer conversar.

      [Peço desculpas aos leitores pelo fato de certas pessoas tentarem me acusar ao largarem uma conversa. Sei que isso não é bom para a imagem do blog, do ponto de vista qualitativo. Fica a impressão de que os arquitetos do blog apoiariam esse tipo de comportamento que não engrandece ninguém...]

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